
O cérebro de quem tem pânico vive de prontidão.
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Uma das
explicações para o transtorno é uma disfunção do neurotransmissor serotonina,
uma espécie de mensageiro de emoções, que conduz impulsos elétricos entre os
neurônios, explica o psiquiatra e professor de psicologia Franklin Ribeiro, da
Universidade de São Paulo.
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Outra possibilidade, segundo ele, seria uma
hipersensibilidade dos receptores de gás carbônico da massa cinzenta, o que
provocaria os sintomas relacionados às crises.
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Também é provável que haja uma
hiperatividade na região do tronco cerebral, opina. Isso dispararia a secreção
de adrenalina, defl agrando o mal-estar.
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São hipóteses, e todas elas apontam
para uma cabeça que, no fundo, não tem sossego.
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