Cada
vez mais, os especialistas enaltecem os efeitos da psicoterapia
cognitivo-comportamental no tratamento do pânico.
.
Ela propõe a exposição
gradual do paciente à situação que costuma lhe provocar medo, explica Luiz de
Mello.
.
O objetivo é levar a pessoa à refl exão para que possa eliminar memórias
traumáticas ou associações conectadas às crises, como se fosse um treinamento
para enfrentar aquele contexto sem temer.
.
A questão é: como você viu, nem
sempre as crises estão associadas a algum motivo claro.
.
Portanto, alguns
portadores acabam sendo encaminhados para outras terapias, a critério médico.
.
Atividades de relaxamento e exercícios aeróbios regulares também são fundamentais, porque reduzem a ansiedade e estimulam a produção de endorfinas, que trazem bem-estar. Isso, sem dúvida, tem um efeito coadjuvante e tanto.
.
Atividades de relaxamento e exercícios aeróbios regulares também são fundamentais, porque reduzem a ansiedade e estimulam a produção de endorfinas, que trazem bem-estar. Isso, sem dúvida, tem um efeito coadjuvante e tanto.
ANTIDEPRESSIVOS
Normalmente, a primeira opção dos psiquiatras é apostar em antidepressivos que aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado serotonina. No vocabulário cerebral, ele seria sinônimo de calma, bem-estar, felicidade.
.
BENZODIAZEPÍNICOS
Também conhecidos como ansiolíticos, tratam os sintomas a curto prazo e podem interromper uma crise em minutos, dando alívio enquanto o antidepressivo não começou a fazer efeito. Em geral, não são receitados por longos períodos
Comentários
Enviar um comentário